Sobre a Revista
A Revista da ABMLuto é uma publicação científica da Associação Brasileira Multiprofissional sobre o Luto (ABMLuto), criada em 2026, com a missão de produzir e divulgar conhecimento científico sobre perdas, morte, morrer e luto. Busca contribuir para o desenvolvimento teórico, metodológico e técnico-científico desse campo e para sua articulação com diferentes áreas do conhecimento e contextos de atuação profissional.
De caráter multiprofissional e interdisciplinar, dirige-se a pesquisadores, docentes, estudantes e profissionais das áreas biopsicossociais, educacionais e de campos afins. A Revista acolhe trabalhos que contemplem a diversidade cultural, social e regional das experiências de perdas e lutos, bem como suas interfaces com a saúde mental, a ética, a bioética, as políticas públicas e as práticas de cuidado.
Acesso aberto
A Revista da ABMLuto adota o modelo de acesso aberto, oferecendo acesso gratuito e imediato ao conteúdo integral de suas publicações, sem cobrança de taxas aos autores ou leitores. Essa política fundamenta-se no princípio de que a disponibilização livre do conhecimento científico amplia sua circulação, visibilidade e alcance, favorecendo a democratização do acesso à informação e o desenvolvimento científico, profissional e social.
Periodicidade
A Revista da ABMLuto adota o sistema de publicação em fluxo contínuo, reunindo os trabalhos publicados em um volume anual. Dossiês temáticos e seções especiais poderão ser organizados dentro do volume vigente.
Direitos autorais e licença
Os autores conservam os direitos autorais sobre os trabalhos publicados e concedem à Revista da ABMLuto o direito de primeira publicação. Os trabalhos são publicados sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional — CC BY 4.0.
A licença permite compartilhar, copiar, distribuir, adaptar e transformar o material para qualquer finalidade, inclusive comercial, desde que sejam atribuídos os créditos apropriados, indicada a publicação original, fornecido o link para a licença e informadas eventuais alterações. A atribuição não poderá sugerir apoio dos autores, da Revista ou da ABMLuto ao uso realizado.
Os autores são responsáveis por obter autorização para o uso de imagens, instrumentos, tabelas, figuras ou outros materiais protegidos por direitos de terceiros.
Processo de avaliação por pares
Os manuscritos passam por duas etapas: análise editorial preliminar e avaliação por pares. Na primeira etapa, a Equipe Editorial verifica a adequação ao foco, ao escopo, à modalidade, às Diretrizes para Autores e aos requisitos de qualidade, originalidade e ética. Trabalhos fora do escopo ou que não atendam aos requisitos mínimos poderão ser recusados sem avaliação externa.
Os trabalhos aprovados na triagem serão encaminhados a, no mínimo, dois pareceristas ad hoc com experiência na temática ou no método do manuscrito. A Revista adota a avaliação duplo-cego, preservando o anonimato de autores e pareceristas.
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aceito;
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aceito mediante correções;
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submetido a nova rodada de avaliação após reformulação;
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Recusado.
Em caso de divergência substancial entre os pareceres, o trabalho poderá ser enviado a um terceiro avaliador. A decisão final cabe à Equipe Editorial. Artigos de opinião, editoriais, entrevistas e conteúdos encomendados poderão passar exclusivamente por avaliação editorial.
Plágio e integridade acadêmica
A Revista não admite plágio, autoplágio, fabricação ou falsificação de dados, manipulação de citações, publicação redundante, submissão simultânea ou qualquer conduta que comprometa a integridade científica.
Os manuscritos poderão ser submetidos a ferramentas de detecção de similaridade. Os relatórios serão analisados qualitativamente, considerando natureza, extensão e contexto das correspondências, e não apenas um percentual numérico.
Os autores terão oportunidade de apresentar esclarecimentos diante de suspeitas. A Revista poderá solicitar correções, recusar ou suspender o manuscrito, publicar correção, expressão de preocupação ou retratação e, quando pertinente, comunicar a instituição de vínculo. Os casos serão conduzidos segundo as orientações do Committee on Publication Ethics — COPE.
Preceitos éticos em pesquisa
Pesquisas envolvendo seres humanos, material biológico ou dados pessoais identificáveis deverão observar os princípios éticos e a legislação do país em que foram realizadas. No Brasil, deverão ser observadas, conforme a natureza do estudo, as Resoluções CNS nº 466/2012 e nº 510/2016 e demais normas vigentes. Também deverão ser respeitados os princípios da Declaração de Helsinque, em sua versão vigente.
Quando exigida, a aprovação ética deverá ter ocorrido antes do início da coleta. O manuscrito informará o comitê responsável, o número do parecer e os procedimentos de consentimento ou assentimento. O comprovante será anexado como documento suplementar. Quando houver dispensa de apreciação ética, deverá ser apresentada justificativa fundamentada.
Pesquisas com animais deverão observar a legislação vigente e, no Brasil, as normas do CONCEA e a aprovação por CEUA, quando aplicável.
Política de privacidade
Os nomes, endereços eletrônicos e demais dados pessoais informados serão utilizados para gestão editorial, comunicação, avaliação, publicação, indexação e preservação dos trabalhos, em conformidade com a legislação aplicável. Os dados não serão usados para finalidades incompatíveis nem compartilhadas, exceto quando necessário à operação editorial, atribuição de DOI, indexação, preservação digital ou cumprimento legal. Os dados autorais que integram o registro científico permanecerão publicamente disponíveis.
Uso de inteligência artificial
Ferramentas de inteligência artificial não podem ser listadas como autores, pois não atendem aos critérios de responsabilidade, consentimento e prestação de contas. Os autores permanecem integralmente responsáveis pela exatidão, originalidade, integridade e adequada atribuição das fontes.
O uso de ferramentas generativas para produção ou revisão substancial de texto, imagens, códigos, análises ou traduções deverá ser declarado no momento da submissão e descrito no manuscrito, quando pertinente, informando ferramenta, versão, finalidade e forma de supervisão humana. É proibida a inserção de dados confidenciais, pessoais ou inéditos em ferramentas que não ofereçam garantias adequadas de privacidade.
Conflitos de interesses e financiamento
Autores, pareceristas e editores deverão declarar relações financeiras, profissionais, institucionais, acadêmicas ou pessoais que possam influenciar a condução, a avaliação ou a interpretação do trabalho. A existência de conflito não implica rejeição automática, mas exige transparência e manejo editorial adequado.
As fontes de financiamento, bolsas, apoios institucionais e números de processo deverão ser informados. Na ausência de financiamento específico ou conflitos, os autores deverão apresentar declaração expressa.
Dados de pesquisa e materiais suplementares
A Revista incentiva, quando ética e legalmente possível, o depósito de dados, códigos, instrumentos e materiais em repositórios confiáveis. O manuscrito deverá apresentar uma declaração de disponibilidade dos dados. Restrições decorrentes de confidencialidade, consentimento, propriedade intelectual ou risco aos participantes deverão ser justificadas.
Correções, retratações e recursos
Erros que não invalidem o trabalho poderão ser corrigidos por errata. Resultados ou conclusões não confiáveis, plágio, publicação redundante ou violações éticas poderão ensejar retratação. A Revista poderá publicar expressão de preocupação enquanto uma apuração estiver em andamento.
Autores poderão apresentar recurso fundamentado contra decisões editoriais. O recurso será analisado por editor que não tenha participado diretamente da decisão, sempre que possível. Reclamações sobre conduta editorial serão tratadas de forma confidencial, imparcial e documentada.